quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Jogos Verdes de Londres

 Grandes eventos trazem muita sujeira pra qualquer lugar, é um fato. Até mesmo aqueles não tão grandiosos já geram uma quantidade de lixo considerável. Os Jogos Olímpicos, por sua vez, não poderiam ficar de fora, certo?

 Obviamente, com os turistas passeando pra lá e pra cá, a quantidade de resíduos também aumenta - e se, como em qualquer outra parte do mundo, houver gente mal educada, o mesmo pode estar até espalhado pelas ruas londrinas. O trânsito também aumenta. Logo, a poluição do ar tende a seguir o mesmo caminho.

 Entretanto, há aspectos sustentáveis a serem considerados. Assim como se quer mostrar no Brasil, seja com a preparação para a Copa ou as Olimpíadas, - mas se falta dinheiro para educação e saúde, por que não pra isso?Bem, é um assunto pra ser discutido outro dia - Londres também seguiu a onda verde e se aventurou pelo 'bem da natureza'. Segundo o Green Nation (uma união de pessoas que, através da internet, visa divulgar a proteção ambiental e também de aspectos culturais), há uma verdadeira lista de ações verdes que a cidade sede tomou.

 E vão além da apresentação da cerimônia, que mostrou como tudo mudou tão rápido, do campo para a cidade, com a Revolução Industrial. De fato, não que esse fosse o objetivo, mas deu a entender que foi um deles, de qualquer forma.

 Uma das ações foi utilizar uma antiga zona industrial de Stratford como local para a instalação do Parque Olímpico. Outra, é a construção de monumentos temporários, que podem ser levados para outros locais quando os jogos acabarem, o que é também uma alternativa mais acessível. Há também uma recompensa a quem for aos jogos caminhando ou de bicicleta, e até ações individuais, como a chuteira que possui a mamona como matéria prima principal, utilizada por um jogador de futebol, adivinhe só, brasileiro.

 Fato é que, em um evento grandioso assim, essas ações são bem vistas atualmente. Logo, motivos políticos podem estar por trás disso. Mesmo assim, não importa o porquê, e sim, o resultado que essa pequena ajuda proporciona ao planeta.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Welcome to London, world!

 Enfim, chegou a data tão esperada por muitos. Embora alguns jogos de futebol já tenham ocorrido, os Jogos Olímpicos de Londres começam oficialmente nessa sexta feira, 27 de julho, às 17hrs, horário de Brasília.

 Entre muitas modalidades esportivas, atletas e turistas, destaca-se a paisagem de uma cidade clássica, onde o moderno e o histórico se unem num único local, dando vida a um dos destinos turísticos mais apreciados.

Os locais famosos de Londres, aliás, podem ser apreciados tanto ao vivo, como nos mascotes tão fofos espalhados pela cidade *-*



 A expectativa é grande, mesmo que não se consiga tantas medalhas para o país. Afinal, são tantas culturas unidas!

E falando em cultura:

A criação dos Jogos Olímpicos ocorreu por volta de 2500 a.C. Seus criadores, os gregos, visando homenagear Zeus, realizavam competições no santuário de Olímpia - daí o nome que conhecemos hoje. Porém, em 394 d.C, o Imperador Teodósio II proibiu todas as festas pagãs, incluindo os Jogos. Somente em 1894, o francês e barão de Coubertin, Pierre de Fredy, propôs a volta de uma competição internacional entre atletas.

De qualquer forma, o evento abrange muitos outros outros fatos interessantes que não diretamente relacionados aos esportes, inclusive. Há questões políticas envolvidas, questões econômicas, sociais, ambientais...

O fato das Olimpíadas ocorrerem a cada quatro anos em uma cidade, nos dá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o local. No caso desse ano, um município europeu traz à tona as preocupações sobre a crise, entre outras coisas. Mesmo assim, ainda é preferível que um local desenvolvido seja escolhido como sede de um evento tão importante, visto que já possui estrutura para a maioria de seus habitantes, o que é imprescindível.

Que se iniciem os jogos! E que cada minuto das competições seja apreciado, tanto pelos que torcem, como pelos que esperam o apoio da torcida. *-*

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Extinção: A cultura como desculpa para a crueldade

 Na edição dessa quinta feira, 14, foi transmitida no Jornal Hoje uma reportagem muito interessante sobre as espécies ameaçadas de extinção. De fato, não é um problema recente, mas, tem crescido cada vez mais, e, certas vezes, por motivos inúteis, e não com o objetivo de alimentar os que precisam.

 Extinções provocadas por motivos naturais, bem como é dito na reportagem, já ocorreram. No entanto, não é natural isso acontecer devido a ação humana, e em tão pouco tempo. Se antes os vilões eram os asteroides e erupções vulcânicas, desde a Revolução Industrial isso mudou. Agora, o maior inimigo da natureza é o homem, que, infelizmente, esquece que também faz parte dela.

 A cultura é uma parte importante na sociedade, no entanto, usá-la como desculpa para provocar a dor e morte dos animais é inaceitável. A partir do momento em que um ser vivo morre para sustentar uma superstição ou um capricho humano, deve-se tomar medidas drásticas para que essa tragédia não aumente, num 'efeito dominó' irreversível. Punições severas seriam um bom começo.

 Mesmo as mudanças climáticas são resultado da cultura. O modo de vida atual, com seus exageros, também trouxe certas consequências, e o desaparecimento de muitos animais.

 Embora cada país defina o que é certo e errado, de acordo com seus costumes, ações de um poder maior, global, deveriam existir. A pesca predatória, o uso de peles, a forma como certos alimentos, em sua maioria, são feitos (como a crueldade existente por trás do caríssimo foie gras - um patê francês produzido a partir do fígado doente de gansos e patos), o uso de partes do animal para fazer chás e sopas com propriedades miraculosas...Todas essas, e outras mais, são ações inadmissíveis. Afinal, uma vida inocente vale mais que uma tradição e uma demonstração de vaidade.

 E mais: uma espécie não é algo a que se possa impor um preço. E, com certeza, é muito mais incrível ver os animais em seu habitat natural, do que empalhados em um museu.


Logo da campanha contra a caça de rinocerontes (Foto publicada no site do SBT). Os chifres dos rinocerontes são retirados para a produção de poções afrodisíacas na China.



Resultado da caça de elefantes, que tem seu marfim retirado para produção de peças no Oriente


Pandas também estão ameaçados de extinção devido a destruição de seu habitat natural


A natureza pede socorro. Cabe ao homem saber ouvir ;]

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rio+20: Uma breve reflexão, uma grande expectativa

 Foi nessa quarta feira, 13, o início da tão esperada Rio +20, Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável. Contando com a presença de chefes de Estado e também de representantes da população, o evento acabará somente no dia 22 de junho. Ou seja, temos alguns dias para alimentar essa expectativa de que decisões importantes sejam tomadas, e que o consenso em pontos polêmicos finalmente surja.

 Embora divergências sempre tenham existido quanto a esses assuntos - tais como os que alegam que o "aquecimento global é um mito" - a única maneira de haver um desenvolvimento sustentável em nível global é por meio de um acordo entre todos os países, desconsiderando, por um momento, o que é emergente e o que não é.

Muitas mudanças ocorreram de 1992 pra cá, portanto, antigos conceitos devem ser deixados de lado, visando um bem comum. Discussões sobre quem deveria fazer mais ou não, devem ser baseadas na realidade atual, não na obsoleta Eco 92 - que, embora tenha feito surgir algum resultado, já está, de certa forma, ultrapassada.

Fato é que, independentemente de suas posições na economia mundial, todos dependem dos mesmos recursos para continuar a se desenvolver, para garantir sua sobrevivência, e manter o respeito a todos os outros seres vivos.

A opinião do povo, e evidências de 'catástrofes' - não só as explícitas - devem ser levadas em conta mais do que nunca. Na era digital a demonstração de opiniões é abundante. Informações novas vêm a cada minuto em todos os sites. Assim como na polêmica da reformulação do Código Florestal, o povo tem em suas mãos, literalmente, o poder de comentar sobre o que acha sobre tal assunto, se aprofundar sobre as causas e consequências dos documentos gerados pelas conferências, desde 1972.

Enfim, a internet é uma grande aliada para a população. A imprensa é uma boa colaboradora: é os olhos e ouvidos de quem não pode estar no local para captar cada detalhe. E os poderosos de todos os países, os poucos que definem o destino de toda a humanidade, devem saber agir e ouvir. Agir com precaução, ser realista; entender que tudo não faz parte de um discurso ambientalista extremista, mas, sim, que são alertas para que medidas sejam tomadas, metas estabelecidas, visando um "envelhecimento melhor do planeta".Ou "menos pior". E ouvir cada pesquisador que relacionou uma causa e uma consequência, oriundas da ação humana, sobre um planeta que não será nosso pra sempre; ouvir a população, pois a ação de todos os indivíduos resultará numa maior; e ouvir o próprio instinto de sobrevivência, afinal, antes de 'poderosos', todos são humanos, e compartilharão da mesma falta de água e do mesmo ar 'tóxico'.

Mais uma vez, insiste-se na questão de que, desenvolvimento não é o oposto de preservação ambiental.  Um equilíbrio seria muito mais lucrativo para todos, seja economicamente, em qualidade de vida, ou na ausência de gastos inúteis com correção, ao invés de prevenção. Grandes mudanças estão relacionadas com tudo o que nos cerca, tudo tem uma ligação.

Assim, antes de se preocupar com velhos conceitos, competição no mercado e soluções mágicas para daqui a 70 anos, é válido lembrar que o acesso a produtos 'amigos da natureza' deve ser trabalhado; os impostos devem ter um investimento correto, pois isso também refletirá em melhorias ambientais; e a educação tem uma enorme importância para que tudo não tenha sido em vão. 

Boas ideias até existem. Só é preciso saber organizá-las, e deixar o EU de lado, afinal, NÓS é que dependemos desse planeta.







"É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve."Victor Hugo

domingo, 15 de abril de 2012

Novas ideias na cabeça

Alguns dias atrás, estava vasculhando a internet, como sempre faço. E encontrei um material bem interessante no UOL, com várias fotos de chapéus utilizados em desfiles.

Embora não seja uma tradição na nossa cultura atualmente, usar chapéu é algo bem comum em outros países, principalmente os frios. E há modelos para todoooos os gostos. Do mais clássico ao mais excêntrico.

O modelo Fedora, por exemplo, surgiu no século XIX, nos palcos, quando Sarah Bernhardt o adotou como parte de seu figurino numa peça de teatro. Com isso, tornou-se indispensável para as mulheres da época; depois, aos poucos, foi adotado também pelo público masculino. Esse item clássico já apareceu, inclusive, em filmes muitos apreciados, como o Dançando na Chuva e Casablanca. Aqui tem mais alguma informação sobre o modelo, além de fotos de alguns bem legais :]

Desfile da 2nd Floor - Fonte: Uol


Outro modelo, dessa vez menos convencional, que teve um espaço nas passarelas foi o fascinator. Popularizado por Kate Middleton, atualmente duquesa de Cambridge, o nome reflete realmente o que ele é: fascinante *-*. Menor que um chapéu comum, e maior que uma tiara, a peça pode ser fixada nos cabelos com o auxílio de grampos, pentes, presilhas, ou mesmo tiaras estreitas. Um dos motivos por que as europeias estão adotando o acessório é o preço mais acessível, se comparado aos chapéus tradicionais.

 termo fascinator existe desde o século XVII, entretanto, apenas após o casamento de Kate com o princípe William é que ficou famoso aqui no Brasil.

Abaixo, Helena Bonham Carter e Tim Burton. Ela com o acessório - numa versão muito fofa, diga-se de passagem *-*

Esta versão usada pela Helena, vale ressaltar, também leva o nome de Voilette. A realidade é que Casquetes, Voilettes e Fascinators, são chamados apenas de Fascinators agora, porque este termo se tornou mais abrangente ao passo que se tornou mais popular.

E agora, Kate usando o acessório:


Eu sou fã do estilo da K. Bom gosto e dinheiro não andam sempre juntos, mas ela tem os dois. Sortuda.


 O Capeline, chapéu com abas largas e leves, também é interessante. Dependendo do material, pode ser usado no verão - feito de palha, por exemplo - ou no inverno, como na proposta da Auslander no Fashion Rio, cujo modelo era 'efeito flanela'.

Na foto, desfile da Auslander; a boina, ao centro, também tem aspecto de flanela.


Uma outra boa aposta para o inverno é a boina. Apesar de ter uma origem militar e lembrar muito a carreira artística, hoje em dia é usada por qualquer um. Na foto abaixo, desfile da  Burberry Prorsum, mostrando como esse modelo pode ser usado tanto por homens, quanto mulheres:




Outros modelos de boinas:


Há também a mistura do Fedora com o Capeline, que apareceu no desfile da Ruffian, na Semana de Moda de Nova York desse ano:



Agora, uns chapéus bem diferentes, pra encerrar.



Mais fotos de muitos outros modelos aqui.


O chapéu é um acessório que pode mudar totalmente um look. Por isso, como conclusão, podemos dizer que, sim, essa moda bem que poderia pegar aqui. Mais que um item que remete a classe, é algo incomum, e que, nos dias mais frios, uniria o útil ao agradável. É um fator cultural que nos impede de apostar em um "enfeite" tão versátil. Mas, a cultura se modifica com o passar do tempo, portanto, quem sabe um dia tenhamos um chapéu para cada domingo (pelo menos), tornando nossas 'composições vestuais' muito mais charmosas e exclusivas.

E fascinantes.


 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Tirando o planeta do sufoco

 Nesta semana, mais especificamente no dia 04 de abril, uma nova mudança no dia a dia do consumidor ocorreu: Os supermercados do estado de São Paulo pararam de distribuir a sacola plástica.

 A iniciativa foi da Associação Paulista de Supermercados (Apas). Na verdade, tudo começou no dia 25 de janeiro deste ano, entretanto, devido a protestos das indústrias de plástico, a Apas prorrogou o prazo para distribuição gratuita da sacola  até o dia 03 deste mês.

 Enfim, está feito. Agora os consumidores deverão se render às alternativas propostas: sacola reutilizável, caixa de papelão...

 Embora não pareça para alguns, há uma polêmica enorme nessa questão: de um lado, os comerciantes -que acabarão lucrando comisso; do outro, os consumidores - que terão que comprar sacos de lixo adequados, e também investir nas ecobags e procurar caixas ou qualquer coisa para levar as compras para casa; e temos ainda mais um lado: das indústrias que fabricam as tais sacolinhas - que, com a nova medida, perderão algum dinheiro.

 Há quem diga que isso não é uma demonstração de preocupação quanto ao meio ambiente, e, sim, uma estratégia comercial. Mas, por outro lado, milhões de sacolas deixaram -e ainda deixarão- de ser um fardo para o planeta, tal como afirma o presidente da Apas, João Galassi.

 É uma questão muito complicada, mas que deve ser aprimorada ao longo do tempo, e não uma experiência descartada por falta de comprometimento das partes. Obviamente as sacolas não são o único problema do país, há muito a ser percorrido para que cheguemos no nível 'ambientalmente aceitável', pelo menos. Entretanto, embora pareça algo assustador, essa medida já foi adotada por outros países antes, e, adivinhe, as pessoas continuam comprando! Logo, algo que nem existia na vida do consumidor brasileiro há algum tempo, não é motivo para ser objeto de adoração, considerado insubstituível.

 Esse é apenas um passo dado, rumo a algo melhor no país. Contudo, o progresso não é feito de melhorias isoladas, mas sim, de um conjunto de ações que resulta no mais próximo possível daquilo que almejamos. Não basta retirar as sacolas dos mercados, seja no estado de São Paulo ou nos outros. Deve-se ter a consciência de que é necessário, URGENTEMENTE, a implantação da coleta seletiva em todo o Brasil - o que geraria muitos empregos, além dos benefícios ambientais; precisamos também de alternativas para ajudar o planeta que não prejudiquem o consumidor, a começar por incentivos, como por exemplo, distribuição de sacolas reutilizáveis para o consumidor que gastar um valor X no estabelecimento, descontos na compra para aqueles que levam suas próprias ecobags, entre outras coisas; aliás, outro elemento essencial para que todos tenham noção de cada consequência dos seus atos sobre a natureza, é a educação ambiental em todas as escolas (afinal, por que alguém vai querer fazer tal coisa só porque dizem que 'é bom pro planeta'? Não, as pessoas devem ter noção das catástrofes que podem vir por aí. Não é uma questão de assustar as crianças, e sim, mostrar a realidade).

 Outro problema são as críticas à sacola biodegradáveis e afins. E também à reutilizável. Quanto a primeira: não se decompõe em qualquer canto, como pode dar a entender. A reutilizável, segundo uma pesquisa publicada no jornal Folha de São Paulo nesta quinta-feira, dia 05, pode alojar bactérias e fungos. De qualquer forma, é válido ler as dicas simples da página, para que isso não ocorra. Qualquer tecido pode conter micro-organismos; na verdade, todo lugar está infetado de bactérias. Portanto, isso não é motivo para pânico e para não usar os recipientes mais adequados atualmente - e resistentes- para carregar os produtos.

 No passado, todos carregavam cestas, carrinhos de feira...O que vemos agora pode não ser um retrocesso, basta haver interesse dos poderosos em dar continuidade às melhorias que podem surgir a partir daí. Basta haver como incentivo o respeito ao planeta, a vontade de viver mais num lugar mais saudável e menos sujo, como vemos nas ruas todos os dias. Interesses comerciais devem ser deixados de lado, para que a população não seja manipulada pelas decisões de quem tem o poder, mas seja uma aliada no processo que visa o bem comum.

 Talvez seja tarde para que todos os problemas se resolvam na Terra. Mesmo assim, amenizar o caos ao qual estamos indo na direção e mitigar os impactos da humanidade num planeta que é nosso, apenas por enquanto, já seria um alívio e tanto.


Ações em conjunto, conscientização, melhorias ambientais sem interesse e sem prejuízo para ninguém. Essas são as chaves para conseguirmos um lugar melhor para se viver. Não importa o quanto essa qualidade de vida dure; o que importa, é que haja qualidade ao menos no tempo que ainda nos resta.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia Mundial da Água

Hoje, dia 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água.

Este dia foi criado em 22 de março de 1992 pela Organização das Nações Unidas, e, a cada ano, um tema é proposto para a discussão dos assuntos relacionados a esse bem tão indispensável. Nessa mesma data, a ONU divulgou também a Declaração Universal dos Direitos da Água, um documento importante onde constam sugestões e informações quanto ao uso da mesma, visando uma melhor consciência ecológica de todos. O tema do ano de 2012 é  "Segurança da Água e da Comida".

Não apenas uma riqueza 'em risco de extinção' no planeta, a água é necessária pra cada mínima ação do nosso dia a dia, e está presente na produção de quase tudo que possuímos. Embora o planeta seja coberto de água, é de conhecimento comum que apenas 3% da mesma seja doce. E apenas um terço desse total está acessível ao homem; o restante está nas geleiras, calotas polares e lençóis freáticos mundo profundos.

Resolver o problema da água não é mais só uma questão ambiental urgente, mas também uma questão política. É fato que sua escassez pode gerar grandes conflitos, e também há possibilidade até de uma terceira guerra mundial, visto sua importância para todos, de qualquer classe social, cultura ou país.

Grandes questões devem ser resolvidas a fim de que não haja grandes catástrofes no futuro. E isso está nas mãos dos políticos, organizações que os pressionem, e, não menos importante, a conscientização de cada um, independentemente de seus cargos e do quanto possuem em bens materiais, afinal, todos continuam com necessidades humanas, mesmo estando no poder, certo?

Entretanto, embora os grandes problemas devam ser resolvidos - e, preferencialmente, MUITO RÁPIDO - pelas autoridades, cada um pode fazer sua parte desde já. Com pequenas mudanças nos hábitos, a economia de água pode ser surpreendente, tal como a economia nos gastos, o que é um bônus nessa questão.

A natureza não é vilã, e tem, sim, capacidade de continuar aqui sem nós. Mas, não podemos dizer o contrário. E não só por uma questão de pura dependência, ajudar os outros seres vivos e preservar o que eles também precisam pra sobreviver, é uma questão de respeito a cada criatura que hábita a Terra ao nosso lado.

Não é difícil colaborar, basta ter força de vontade.

Feliz Dia Mundial da Água *-*





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